Porque nos teus olhos encontrei esperança
Esse brilho castanho que me faz sorrir.
Esse quê de dia nublado-quase-azulado.
Só não sei porque há o mar...
O mar da minha ansiedade
Agitado, destemperado
Que insiste em lançar ondas sobre meu sossego
Quieto, de canto, sozinho.
E tudo isso no teu olhar.
Castanho, desconfiado.
Olhar que me tens venerado.
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